terça-feira, 21 de setembro de 2010

Memorial descritivo - Vídeo-art Turbilhão de Sensações

Para fazer o videoarte “Turbilhão de Sensações” o grupo necessitou de quatro encontros e vários dias de diálogos pela internet.
Reunimos-nos primeiramente para debater sobre qual seria o tema abordado em nosso vídeoarte. Depois de várias idéias diferentes, pensamos na qual seria mais viável a desenvolver. A tutora nos ajudou e nos esclareceu algumas duvidas em que consiste um vídeo arte. O texto da disciplina também foi de grande ajuda.
Concordamos em trabalhar com estampas, imagens de roupas em movimento, mostrando o turbilhão de sensações provocadas pelas cores, representando as mudanças de humor, de idéia, de comportamento, de estado de espírito e as tantas outras mudanças que existem nos caminhos da vida.
Os experimentos de vídeo foram muito inspiradores e serviram para termos o primeiro contato com edição de vídeo, os pontos a serem explorados e o visual das imagens capturadas. A idéia de filmar as estampas foi tomando forma com o experimento microuniverso.  
A principio fizemos um vídeo mostrando imagens de algumas roupas, estampas, acompanhado do som de uma poesia falada. As imagens representando de maneira lúdica o que estava sendo falado na poesia. A tutora nos alertou que este não era o intuito do trabalho e nosso vídeo tinha ficado mais como uma apresentação de slides ou um videoclipe.
Reunimos-nos novamente, selecionamos as estampas a serem utilizadas e as espalhamos pelo chão, como se fossem cada uma parte de um quebra cabeças, ficando uma um pouco por cima da outra, entrelaçadas... E filmamos primeiro bem próximo os microuniversos das estampas, fazendo um passeio por cima de todas elas, lentamente, em seguida pensamos em mostrar o pé caminhando em cima dos “caminhos da vida” feitos com as roupas, o deu um efeito bem interessante deixando a imagem do vídeo em segundo plano.
Editamos o vídeo, selecionando as partes mais interessantes, fizemos vários experimentos com as possibilidades do programa de edição, adicionamos e efeitos que posteriormente foram retirados, porque a tutora achou mais adequado.
Pensamos em colocar alguma musica, mas ficamos com receio de descaracterizar o que vem a ser um videoarte então achamos melhor utilizar o som natural do ambiente, captado na hora das gravações.
Foi uma atividade muito rica, que nos permitiu conhecer um pouco das possibilidades de se fazer um videoarte, confundindo-nos primeiramente, mas possibilitando assim através do debates nos fóruns uma construção, instigando nossa curiosidade, permitindo explorar aspectos pouco observados, pontos de vistas diferentes; foi realmente uma atividade bastante construtiva.
Não sabemos se atingimos o ideal desejável para um videoarte, mas só a oportunidade de desenvolver de desenvolvimento do trabalho, foi para todas nós algo novo e muito gratificante.
 
              Link do vídeo no youtube:

Arte Postal - LovePower


domingo, 5 de setembro de 2010

Humor brasileiro: Comédia ou Tragédia?


Escolhi falar do programa de humor “Casseta e Planeta” exibido pela Rede Globo de Televisão nas noites de terça feira, ás vinte duas horas. É um programa que existe desde 1992 e destina-se as classes médias e baixas, e tem como principal foco ridicularizar os acontecimentos de nossa sociedade.
Em seus episódios o programa traz esteriótipos de todos os tipos, negros, homossexuais, políticos corruptos, mulheres objetos, criminosos; alimentado todo tipo de preconceitos, nutrindo sentimento de paralisação e aceitação diante das atrocidades cometidas em nosso país.
Em um dos episódios que assistir, eles ridicularizam o acontecido recentemente no hotel em São Conrado no Rio de Janeiro; um fato lamentável, vergonhoso e triste; fazer piada de tal fato, em minha opinião, é um ato de extremo mau gosto.
Tais ideologias, mesmo que cômicas fazem com que a população estagne ou até retroceda, porque ao invés de perceberem a gravidade das coisas, riem e acham normal, não agindo nem reagindo; permitindo todo tipo de avacalhação.
No programa existem caricaturas prejorativas de todas as ordens, desde o presidente da republica aos personagens das novelas.
Qualquer pronunciamento do presidente da republica vira piada; e os dramas televisivos que tratam de temas pertinentes a sociedade como: drogas, homossexualismo, gravidez na adolescência, lições de ética e honestidade são ridicularizadas pelo programa, obliterando o discernimento dos telespectadores.
A maioria dos programas de humor da TV brasileira são baseados nas misérias e precariedades sofridas pelo país. Em todos os canais o que se vê são os mesmos típicos formatos, onde temos como principal a vulgarização da figura feminina e sua exploração, a abismal diferença existente entre as classes sociais e as muitas doenças que gera essa desigualdade, preconceitos raciais e sexuais, humilhação, criminalidade são banalizadas e ridicularizadas, tratadas como aspectos normais da sociedade, destorcendo todos os tipos de valores.

Texto escrito por Renata Peixoto de Castro Rodrigues

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Fotonovela "Caminho do Saber"











MEMORIAL DESCRITIVO


O trabalho com fotonovela se iniciou no pólo, no dia 28 de agosto, sábado. A tutora Gabriela orientou os alunos a respeito do trabalho e a divisão dos grupos aconteceu de maneira espontânea. Nosso grupo foi composto pelas alunas: Aline, Fabiana, Renata, Terezinha e Monique. A ideia central do enredo surgiu de conversa entre o grupo, onde, depois de algumas reflexões, decidimos que faríamos a fotonovela sobre nossa trajetória na UnB, de maneira resumida. Posteriormente, escolhemos o título: “O Caminho do Saber”, sugestão da colega Renata.
Nosso grupo já havia feito pesquisas na internet sobre fotonovelas e, de posse desse conhecimento, não foi difícil a montagem. Começamos procurando sempre ouvir as ideias e opiniões de todas as participantes do grupo. Houve grande interação, respeito e participação. Depois de feito o roteiro, partimos para as fotos, tiradas no pólo e algumas retiradas de arquivos de atividades realizadas durante o curso. Tiramos várias fotografias e depois selecionamos as que melhor se adequavam ao enredo da fotonovela.
Durante a semana houve comunicação entre as componentes do nosso grupo, através de e-mails, MSN e também marcamos um dia (2 de setembro, quinta-feira) para vir ao pólo e concluirmos o trabalho. Depois desse dia, algumas modificações ainda foram feitas. A cada modificação, o trabalho era enviado para todas por e-mail, para que todas vissem e dessem seu parecer. No sábado, dia 4 de setembro, foi escrito este memorial.